Tradução e o tradutor no Brasil II
Publicado por: Paulo Vinicius Solera em Você sabia...
Aspirantes e novos tradutores sempre se perguntam quais são as “regras” do mercado de tradução. São muitas, meus amigos. Não se sabe ao certo quantas são corretas nem quem as estabelece, mas isso é uma outra e longa história.
No artigo publicado em 14 de dezembro de 2007 (quem ainda não o leu, clique aqui), prometi que abordaria a forma de trabalho do tradutor. Não cumprirei minha palavra, em termos.
Tenho acompanhado os debates neste portal e percebi que lhes será mais útil o ponto de vista de vários profissionais, não só o meu. Nesse sentido, as perguntas são:
• CLT ou autônomo?
• Trabalhar em casa ou para agências?
Posso expressar e expressarei minha opinião sobre o tema, mas as opiniões de toda a comunidade são bem-vindas.
Deixem seus comentários.



sexta-feira, 29 de agosto de 2008 às 08:51
Fernanda,
É importante fazer cursos nas áreas em que estiver realizando as traduções. Por exemplo, como fazer uma tradução da área jurídica se não conhecer a terminologia jurídica? Isso vale para todas as áreas.
Este site sempre traz quando e onde estarão sendo ministrados esses cursos mais específicos ou procure diretamente as agências de tradução.
Espero que tenha esclarecido um pouco suas dúvidas, e desculpe pela demora em te responder, boa sorte!!
quarta-feira, 20 de agosto de 2008 às 15:36
Acabei de ler outros posts a respeito dos paraquedistas desta area.. acredito que minha pergunta tenha parecido com este tipo de pessoa.
Na realidade, sou formada em Administrção Hoteleira, e trabalho há 5 anos na area (atendimento em ingles diario). Além disso morei no EUA e tenho verdadeira paixão pela lingua…
Espero que assim tenha esclarecido o que quis dizer abaixo!
Abraços,
quarta-feira, 20 de agosto de 2008 às 15:21
Ola!!
Sou uma workaholic que gostaria de se livrar um pouco deste ambiente de escritorio, e me anima muito a profissao de tradutor.
Queria saber se é essencial fazer um curso na area?
Obrigada!!
quarta-feira, 30 de julho de 2008 às 20:57
Júnior,
Pesquise no Google “empresas” ou “agências” de tradução e voilá! É interessante visitar o site da empresa antes de enviar o seu CV para ver a forma que operam. Tem empresa que o CV é enviado por formulário no próprio site.
Boa sorte!
quarta-feira, 30 de julho de 2008 às 15:19
Maria Candida,
também pretendo iniciar um trabalho de tradução particular, em agências por exemplo. Mas gostaria de saber a que tipo de agência devo enviar meu currículo.
Obrigado!
e ao organizador do site, meus parabéns! É simplesmente fantástico.
terça-feira, 25 de março de 2008 às 14:59
Andrea,
Somos duas apaixonadas pela tradução, então. O primeiro passo é enviar o seu currículo a algumas agências. Elas deverão te enviar um teste para verificar se você está apta a traduzir de acordo com as exigências deles. Ao receber a resposta, caso negativa, tente perguntar como você pode afinar-se à metodologia deles. Se a empresa for boa, te darão uma resposta.
Outra forma de ficar antenada e pronta para quando surgir uma oportunidade é ficar atenta a este site.
Qualquer dúvida estarei aqui, amiga.
Abraços e boa sorte!
terça-feira, 25 de março de 2008 às 14:26
Olá Maria Candida,
Sou apaixonada por idiomas e gostaria muito de ter a Tradução como meio de vida. E para mim o ideal seria trabalhar no meu escritorio em casa, exatamente como voce descreveu em seu comentario.
Será que voce poderia me dar dicas de como “conseguir” um primeiro trabalho com agencias?
Quanto à sua questão do sistema CLT, já vi alguns anúncios de empregos com regime CLT com direito a todos os beneficios.
Ate breve.
segunda-feira, 17 de março de 2008 às 17:19
Estava na moita esperando alguém se manifestar, mas acho que seria a primeira mesmo.
Nunca vi tradutor que trabalhe no sistema de CLT e ainda tenho muitas dúvidas em relação à autonomia. Acho que o mais comum é autonomia e assim você é livre para trabalhar em casa.
Seus clientes poderão ser agências ou não. Eu particularmente trabalho apenas com duas agências, pois me mantêm com certo volume de trabalho, pagam em dia e dão feedback do meu trabalho. Obviamente é mais lucrativo ter clientes “diretos”, mas eles não ‘garantem’ volume ou constância de trabalho.
Seria interessante que mais pessoas comentassem sobre esse artigo. Não entendi por que o pessoal está calado.
Abraços