Introdução à pesquisa clínica

Atentos às necessidades de nossa comunidade, e em resposta ao comentário de nossa colaboradora Lucivânia, recomendamos o curso Introdução à Pesquisa Clínica.

O curso aborda, entre outras coisas, a terminologia de pesquisa clínica, o que o torna interessante e útil a tradutores de textos médicos. Quem pensa que Informed Consent Form, por exemplo, é um “Formulário de Consentimento Informado” aprenderá que o termo correto em português é Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.

Com duração de 27 horas, o curso será ministrado de 12/5/2008 a 14/7/2008, no Senac, por Alberto Malvezzi, graduado em Farmácia e Bioquímica pela USP (2000) e Mestre em Química Orgânica pela USPaulo (2003).

Clique aqui para mais informações sobre o curso.

Pedimos aos que participarem do curso que deixem seus comentários.

6 Comments on “Introdução à pesquisa clínica

  1. Olá,
    Trabalho com pesquisa clínicas há 5 anos e informo que o termo correto é sujeito de pesquisa clínica mesmo. A Resolução CNS 196/96 define:

    II.10 – Sujeito da pesquisa – é o(a) participante pesquisado(a), individual ou coletivamente, de caráter voluntário, vedada qualquer forma de remuneração.

    Assim, embora pareça tabajara, de acordo com a nossa legislação é sujeito de pesquisa mesmo.

    Espero ter ajudado.
    Luciana

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  2. É muuuuito estranho, Alberto. Insisto que “sujeito” é falso cognato de “subject”, ao menos neste contexto. Ao meu ver, isso é resultado de erro de tradução perpetuado. Acho importante frisar as “preferências terminológicas” de clientes. A história do bercinho é a seguinte: irritado com um cliente que insistiu que a tradução de “well” era “bercinho”, um amigo tradutor disse “quer bercinho, vai bercinho”. Ou seja, quando o saco enche, vale bercinho, berção, sujeito, fulano, malandro, cara e afins.

    Abraços!

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  3. Olá Magda,
    realmente “sujeito” é estranho, mas tenho clientes que pedem “sujeito de pesquisa” e clientes que pedem outros termos (indivíduo, participante, etc). É como o Vagner sempre fala: “Quer bercinho, vai bercinho!”. Até mais. Alberto

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  4. Acho que nem objeto, nem sujeito. Não podemos chamar quem “participa” de uma pesquisa simplesmente de “participante”?

    Já vi muito “sujeito”, mas tenho lá minhas dúvidas se esse termo está correto. Trabalho para uma agência que me proibe usar esse termo e como eles são bastante competentes e exigentes, vou apostando que eles estão certos.

    O que você pode dizer, Alberto?

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  5. Sem dúvida será um curso muito interessante. Tomara que o horário permita meu comparecimento!
    Fiquei curioso agora: sujeito ou objeto de pesquisa?!

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  6. Olá,
    Eu sou Alberto, um dos professores do curso de Pesquisa Clínica (PC). Além de mim, este curso também é ministrado pela minha esposa, Ana Carolina, Gerente de PC da Schering-Plough.
    Acredito que mais do que se familiarizar com os termos usados na PC, este curso é importante pois mostra um quadro geral da PC e como que as peças (protocolo, brochura, tcle, CRF, PI, CRO, CIOMS, MedDRA, etc), se encaixam, em termos lógicos e temporais, ao ponto de permitir que seres humanos sejam usados como objetos de pesquisa (ou seria “sujeitos de pesquisa”?). Acredito que este conhecimento (holístico!) pode ajudar o tradutor a entender o que está acontecendo, ajudando-o a resolver dúvidas de interpretação da tradução e valorizando seu próprio trabalho.
    Estou a disposição para outros esclarecimentos.
    Aproveito para agradecer ao Vagner Bandeira por me indicar neste fórum de discussão. Até mais.
    Alberto.

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