Termos que só existem em outros idiomas revelam que cada língua possui uma abordagem distinta para a mesma realidade, mas suas diferenças podem ser apenas aparentes.” (Edgard Murano)

Esse é o enunciado do artigo O mundo maravilhoso da palavra intraduzível, publicado na Revista Língua (UOL), cuja leitura foi indicada por um de nossos leitores, Saturnino Viana. Seus comentários foram:

Ao lê-lo dá para enxergar em seu contexto uma “paixão por idiomas”, que vai além da combinação: tradução/laudas. Longe de mim querer sequer insinuar que algumas, ou muitas, laudas não sejam interessantes! Mas é aquela frase batida: “quando fazemos algo com paixão, o fazemos melhor, pois nos envolvemos para recebermos os louros do resultado bem apreciado pela platéia!” – filosofia de mesa de boteco.

Esse texto, na minha leiga opinião, traz uma nova ótica para aquele termo “infame” para o qual não conseguimos encontrar par em nosso idioma no momento da tradução (o que nos deixa profundamente irritados, pois o prazo de entrega está vencendo!). Se o olharmos com os olhos dos muitos autores citados ali, veremos que estamos lidando não apenas com um termo sem correspondente no nosso idioma, mas com uma CULTURA que desconhecemos.

É isso ai. Se puderem, tomem um pouco de tempo lendo-o (mas não atrase o meu trabalho, por favor – palavras de um Coordenador.. :) )

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