Something to think and discuss about

Publicado por: Vagner Bandeira em Tradução

I wonder if it happens in any profession. I wonder if we, translators, are the only ones. My point is how sad and upsetting it is to be taken for granted in this serious, painstaking and yet unfairly paid work we do.

It has always happened, but I feared this would become “a rule” someday, and it did. Clients are now expecting more, in much less time, and at even lower rates. If you don’t do it, someone else will, they say. You know what’s even worse? They eventually get it, regardless of consequences.

I’m sick of all the Whitney Houston impersonating translators who say “It’s not right, but it’s okay. I’m gonna make it anyway.” If it’s not right, it should not be okay, and it should not be done. Geez… I felt like writing the “F” word here!

That what we do is not easy and effortless as many people think. Quoting Alexander Pope, “to err is human, to forgive divine.”, but we are regarded as an exception to that. If a client will never forgive us for a minor, rush-led error, shouldn’t we charge accordingly?

Betty Writght used to be right when she sang “no pain, no gain”. Now I still feel the pain, but where the “f” is the gain?

This is not an expression of my personal beliefs, but just a report of what I have seen happen. How much do you agree with all of this? Leave your thoughts.

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6 comentários para “Something to think and discuss about”

  1. Creio que as coisas irão melhorar apenas quando os tradutores assumirem as suas limitações de tempo e técnica e os clientes perceberem os “abismos” que freqüentemente ocorrem entre prazos extremamente curtos e qualidade.

  2. Concordo com que leandro diz, mas em se tratando de tradutores constato
    que muitas vezes o que falta no trabalho não é competência e sim capricho, a maldita preguiça que emporcalha o trabalho!

  3. Bem observado, Márcia! Às vezes falta profissionalismo e, principalmente, humildade para aceitar que, sem reciclagem, como em qualquer outra profissão, o tradutor para no tempo. Temos de lembrar que a lingua é viva, como várias vezes mencionado aqui no portal.

    Pode até ser que “trabalhos de quinta” rendam algum dinheiro, mas sempre em detrimento da qualidade oferecida por profissionais. Por outro lado, trabalhos de primeira fazem com que você seja lembrado em outras oportunidades, sempre rendendo-lhe frutos (e verdinhas…)

    Gratificante é ver que vocês estão enriquecendo o conteúdo do seu portal com suas valiosas opiniões.

    Abraço!

  4. Concordo com os comentários e acrescento mais: o mercado de tradução recebe cada vez mais tradutores despreparados, pois o ensino que as faculdades de tradução oferecem é insuficiente, além disso, qualquer pessoa acha que pode traduzir porque sabe falar um idioma estrangeiro.

    O que nos falta é orientação e reconhecermos quando não estamos preparados para traduzir certos documentos que exigem mais do que podemos fornecer. É aí que sabemos quem é o verdadeiro tradutor – o que corre atrás de mais conhecimento para fazer um trabalho de qualidade; ou o que aceita e faz um trabalho de quinta, tudo por conta das verdinhas – este por sua vez terá que lidar com as consequências.

    Lembrem-se que no futuro é mais fácil um cliente se lembrar de um serviço de quinta (seja de um tradutor ou não) do que um serviço de qualidade.

  5. Couldn’t agree with you more, Vagner. Even my “loyal” clients are now bargaining, and I lost most of them because I said no to the pathetic rates they were asking. I’d very much LOVE to keep on charging what I’m worthy it, but that has not been possible, and I dunno if that’s gonna change in a short run.

    How do other translators actually keep their rates at reasonably fair amounts?

  6. A realidade é que a maioria dos brasileiros prezam mais o preço à qualidade no mercado em geral. No mercado da tradução isso torna-se algo mais absurdo, considerando que estamos lidando com conhecimento e cultura. Prefiro acreditar que essa banalização terá fim, mas do jeito que andam as coisa vai ser difícil.

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