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	<title>Portal de tradução para tradutores » terminologia.com.br &#187; Idiomas</title>
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	<description>Para tradutores, estudantes e linguistas.</description>
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		<title>English spelling reform</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 10:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vagner Bandeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[English spelling reform]]></category>

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		<description><![CDATA[A lot has been said about the new rules to Portuguese spelling after the approval of the Orthographic Agreement of 1990. Pals, these changes are actually minor compared to those the English language would have go through in case of a spelling reform. I&#8217;ve always cited Ghoti to support the need of a reform, but&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A lot has been said about the new rules to Portuguese spelling after the approval of the Orthographic Agreement of 1990. Pals, these changes are actually minor compared to those the English language would have go through in case of a spelling reform.</p>
<p>I&#8217;ve always cited <a title="Click here to know why this word is pronounced FISH" href="http://www.alphadictionary.com/articles/ling006.html" target="_blank">Ghoti</a> to support the need of a reform, but that has become a piece of cake since I came across <a title="Click here to know why this word is pronounced POTATO" href="http://www.economist.com/blogs/theinbox/2008/09/you_write_potato_i_write_ghoug_2.cfm" target="_blank">ghoughpteighbteau</a> and saw Ed Rondthaler&#8217;s bright video called <em><strong>Dumb English Spelling</strong></em>, which you <strong>must</strong> see for yourself.</p>
<p><object style="height: 390px; width: 640px;" width="640" height="360" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/7ucCJ_Vn58w?version=3&amp;feature=player_detailpage" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed style="height: 390px; width: 640px;" width="640" height="360" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/7ucCJ_Vn58w?version=3&amp;feature=player_detailpage" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
<h3  class="related_post_title"><a>Leia também:</a></h3><ul class="related_post"><li><a href="http://www.terminologia.com.br/2008/03/13/perolas-da-traducao/" title="Pérolas da tradução">Pérolas da tradução</a></li><li><a href="http://www.terminologia.com.br/2008/02/15/polemica-traducao-de-female-mice/" title="Polêmica: tradução de &#8220;female mice&#8221;">Polêmica: tradução de &#8220;female mice&#8221;</a></li><li><a href="http://www.terminologia.com.br/2007/11/19/acerte-na-abreviacao-de-horas/" title="Acerte na abreviação de horas">Acerte na abreviação de horas</a></li><li><a href="http://www.terminologia.com.br/2008/02/07/vamos-prosear/" title="Vamos prosear?">Vamos prosear?</a></li><li><a href="http://www.terminologia.com.br/2007/12/14/traducao-e-o-tradutor-no-brasil-i/" title="Tradução e o tradutor no Brasil I">Tradução e o tradutor no Brasil I</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Não entendeu? Isso é ruído!</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 03:05:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caroline Goncalez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Idiomas]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Tradução]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O quadro normativo prefigura uma coligação orgânica interdisciplinar para uma práxis de trabalho de grupo, com critérios não-dirigísticos, potenciando e incrementando, na medida em que isso seja factível, o co-envolvimento ativo de operadores e utendes&#8221; Celso Pedro Luft Não entendeu? Isso é um ruído no processo de comunicação. Ao ouvirmos o termo &#8220;ruído&#8221;, logo a&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>&#8220;O quadro normativo prefigura uma coligação orgânica interdisciplinar para uma práxis de trabalho de grupo, com critérios não-dirigísticos, potenciando e incrementando, na medida em que isso seja factível, o co-envolvimento ativo de operadores e utendes&#8221;</em> <a title="Mais sobre Celso Pedro Luft" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Celso_Luft" target="_blank">Celso Pedro Luft</a></p>
<p>Não entendeu? Isso é um ruído no processo de comunicação. Ao ouvirmos o termo &#8220;ruído&#8221;, logo a associamos a barulhos e distorções sonoras, porém, ele também ocorre no <a title="Leia artigo sobre o processo de comunicação" href="http://www.administradores.com.br/artigos/o_processo_de_comunicacao/21084/" target="_blank">processo de comunicação</a>, inclusive na comunicação escrita.</p>
<p>Ruídos são obstáculos que afetam a transmissão da mensagem acarretando perda ou distúrbio de informação, fazendo com que o discurso se torne ineficaz. De modo geral, podem ser: físicos (barulhos sonoros); psicológicos (falta de interesse, concentração); culturais (defasagem de conhecimento).</p>
<p>O que pode causar um ruído?</p>
<ul>
<li><strong>O emissor</strong>: uso de palavras inadequadas, registro de fala inadequado, veicular assunto que não domina, distúrbios articulatórios, uso de vestimenta inadequada;</li>
<li><strong>A mensagem</strong>: pontuação deficiente ou incorreta, erros ortográficos ou morfossintáticos, grafia ilegível, assunto não pertencente à situação;</li>
<li><strong>O receptor</strong>: desinteresse, cansaço, problemas pessoais, conversas paralelas, falta de atenção; e</li>
<li><strong>O canal de transmissão</strong>: altura do som, mancha que dificulta leitura, interferências sonoras etc.</li>
</ul>
<p>Redigir é uma tarefa árdua, que exige conhecimento suficiente para a transmissão de idéias, necessita cuidado e atenção e, acima de tudo, bom senso ao escolher sobre o que vai escrever, como será escrito e quem vai ler.</p>
<p>Muitas traduções apresentam resultados bizarros, pois os tradutores não conhecem o conteúdo, não buscaram saber a origem de certos termos e acabaram realizando-as em meio a muitos ruídos. Imaginem só o texto ruidoso que resultará?!</p>
<p>Se abaixamos o som para conversar, evitamos falar ao barulho excessivo, desligamos o telefone quando há interferência e nem pensamos em sintonizar uma freqüência de rádio quando estamos na Avenida Paulista; por que não evitar também o ruído no processo de comunicação escrita?</p>
<p>Pense bem e faça com que sua vida seja a menos ruidosa possível.</p>
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		<title>Possible, probable e likely</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 04:30:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Floriano Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Idiomas]]></category>
		<category><![CDATA[likely]]></category>
		<category><![CDATA[possible]]></category>
		<category><![CDATA[possível]]></category>
		<category><![CDATA[probable]]></category>
		<category><![CDATA[provável]]></category>

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		<description><![CDATA[Talvez pela agilidade ao escrevermos, e mais frequentemente ao falarmos, é comum não atentarmos às peculiaridades e particularidades da língua, seja ela qual for. Há casos, entretanto, em que atentar-se às minúcias é fundamental. Há três termos não sinônimos em inglês, por exemplo, possible, probable e likely, cujas diferenças, por menores que sejam, podem gerar&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez pela agilidade ao escrevermos, e mais frequentemente ao falarmos, é comum não atentarmos às peculiaridades e particularidades da língua, seja ela qual for. Há casos, entretanto, em que atentar-se às minúcias é fundamental.</p>
<p>Há três termos não sinônimos em inglês, por exemplo, <em><strong>possible</strong></em>, <em><strong>probable</strong></em> e <strong><em>likely</em></strong>, cujas diferenças, por menores que sejam, podem gerar erros de interpretação. Tamanha minuciosidade que mesmo consultando-se esses termos nos dicionários, percebe-se certa confusão quanto ao entendimento de suas sutilezas.</p>
<p>A figura abaixo visa ilustrar, a partir de dados coletados de diversos dicionários e outras fontes confiáveis, as diferenças e particularidades de <a title="Definição do termo 'possible' em inglês, de Dicionary.com" href="http://dictionary.reference.com/browse/possible" target="_blank">possible</a>, <a title="Definição do termo 'probable' em inglês, do Dicionary.com" href="http://dictionary.reference.com/browse/probable" target="_blank">probable</a> e <a title="Definição do termo 'likely' em inglês, do Dicionary.com" href="http://dictionary.reference.com/browse/likely" target="_blank">likely</a>, para que se saiba exatamente quando cada um deles deve ser usado.<span id="more-184"></span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-296" title="possible-probable" src="http://www.terminologia.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/08/possible-probable.jpg" alt="" width="509" height="78" /></p>
<p>Em suma, <em><strong>possible</strong></em> está relacionado à capacidade de existência ou ocorrência de um fato ou circunstância; <strong><em>probable</em></strong> quanto à plausibilidade da ocorrência de um fato ou circunstância; e <em><strong>likely</strong></em>, além de sinônimo de probable, possui uma abrangência maior quanto à ocorrência de um fato ou circunstância, não se distinguindo, porém, de probable ao se traduzir para o português.</p>
<p>Para concluir, é possível conhecer todas as sutilezas da língua, mas pouco provável.</p>
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		<title>Estrangeirismo</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 12:04:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caroline Goncalez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Português]]></category>
		<category><![CDATA[anglicismo]]></category>
		<category><![CDATA[Aurélio]]></category>
		<category><![CDATA[estrangeirismo]]></category>
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		<category><![CDATA[leiaute]]></category>
		<category><![CDATA[projeto lei 1676]]></category>

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		<description><![CDATA[É comum que uma língua se nutra de outras que, geralmente, são de uma cultura dominante. Numa época em que os Estados Unidos são considerados uma das maiores potências mundiais, é natural que seu idioma adquira força e assuma influência em outras línguas. A nossa língua portuguesa recebeu, e recebe, vocábulos como resultado das relações&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É comum que uma língua se nutra de outras que, geralmente, são de uma cultura dominante. Numa época em que os Estados Unidos são considerados uma das maiores potências mundiais, é natural que seu idioma adquira força e assuma influência em outras línguas.</p>
<p>A nossa língua portuguesa recebeu, e recebe, vocábulos como resultado das relações políticas, culturais e comercias com outros países. Tal &#8220;empréstimo lingüístico&#8221; é conhecido como <a title="Texto sobre estrangeirismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estrangeirismo" target="_blank">estrangeirismo</a>. O empréstimo advindo da língua inglesa, em particular, é denominado <a title="Texto sobre anglicismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Anglicismo" target="_blank">anglicismo</a>, visto por alguns como ameaça às raízes de nossa língua e, por outros, como algo comum de uma língua viva.</p>
<p>Um extremo da contrariedade ao estrangeirismo é o <a title="Redação do projeto lei" href="http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=17069" target="_blank">Projeto Lei nº 1676 de 1999</a>, que prevê punição com multa (de R$1.300,00 a R$13.000,00) a quem fizer uso de verbetes de outras línguas.</p>
<p>O autor deixa claro que o projeto é uma forma de denúncia, resistência e defesa da identidade e cultura do Brasil. O Projeto foi aprovado no Senado Federal, em agosto de 2003, após aprovação na Comissão de Educação, Cultura e Desporto e na Comissão de Constituição e Justiça, ambas as Comissões constitutivas da Câmara Federal. Após essa data, foi encaminhado novamente à Câmara para votação e subseqüente promulgação por parte do Presidente da República, entretanto, lá permanece desde então.</p>
<p>A verdade é que deparamo-nos com anglicismos no nosso dia-a-dia (<em>fast food, feedback, on line, drive thru, record</em>, dentre outros) e seria uma difícil tarefa ignorá-los e buscar usar outras formas equivalentes em nossa língua, a não ser por um processo em longo prazo.</p>
<p>Alguns verbetes assumiram a forma aportuguesada na escrita e já foram consagrados em nossa língua, como: Bife (<em>beef</em>), futebol (<em>football</em>), suéter (<em>sweate</em>r), estoque (<em>stock</em>), caubói (<em>cowboy</em>), blecaute (<em>blackout</em>).</p>
<p>Alguns outros aportuguesamentos (‘leiaute&#8217;, por exemplo) são de doer os ouvidos e, apesar de reconhecidos pelos dicionários Aurélio e Houaiss, são raramente utilizados, optando os escritores usar a forma inglesa, <em>layout</em>.</p>
<p>Resta uma dúvida: ao traduzir o termo <em>layout</em>, por exemplo, é mais apropriado manter-se a grafia original ou grafá-lo em sua forma aportuguesada? Há divergências. Você, como tradutor, o que faria? Note: There is a poll embedded within this post, please visit the site to participate in this post's poll.</p>
<p>Agora assista a esse vídeo que retrata o estrangeirismo com bastante humor. Vale a pena ver.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/W4yRCH3fNRE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/W4yRCH3fNRE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h3  class="related_post_title"><a>Leia também:</a></h3><ul class="related_post"><li><a href="http://www.terminologia.com.br/2007/10/25/houaiss-45-x-aurelio-31/" title="Houaiss 45% x Aurélio 31% ">Houaiss 45% x Aurélio 31% </a></li><li><a href="http://www.terminologia.com.br/2007/09/27/aurelio-houaiss-ou-qual-mais/" title="Aurélio, Houaiss ou qual mais?">Aurélio, Houaiss ou qual mais?</a></li><li><a href="http://www.terminologia.com.br/2008/03/31/minha-patria-e-minha-lingua/" title="Minha pátria é minha língua">Minha pátria é minha língua</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Reconstruindo a Torre de Babel</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 05:29:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcia Jordana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Idiomas]]></category>
		<category><![CDATA[esperanto]]></category>
		<category><![CDATA[Tradução]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Meu conselho a todos que dispõem de tempo ou inclinação a se ocuparem com o movimento por uma língua internacional seria: apóiem lealmente o esperanto&#8221; John Ronald Reuel Tolkien, autor da trilogia O senhor dos anéis No mundo moderno em que vivemos, inclusão social, globalização, integração etc. são assuntos cada vez mais abordados, para que&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>&#8220;Meu conselho a todos que dispõem de tempo ou inclinação a se ocuparem com o movimento por uma língua internacional seria: apóiem lealmente o esperanto&#8221;</em></p>
<p style="text-align: right;"><a title="Clique aqui para ver a bibliografia do autor [em inglês]" href="https://secure.wikimedia.org/wikipedia/en/wiki/J._R._R._Tolkien" target="_blank">John Ronald Reuel Tolkien</a>, autor da trilogia <em>O senhor dos anéis</em></p>
<p>No mundo moderno em que vivemos, <em>inclusão social</em>, <em>globalização</em>, <em>integração</em> etc. são assuntos cada vez mais abordados, para que povos de diferentes culturas interajam entre si. Sabemos que a teoria difere totalmente da prática, e que o aspecto sócio-econômico interfere nessa dinâmica de forma significativa.</p>
<p>Outra barreira fundamental é a língua. Nem todos falam inglês, mandarim ou espanhol, as três línguas mais faladas no mundo. Uma das tentativas de solução dessa <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Torre_de_babel" target="_blank">Torre de Babel</a> seria a criação de uma língua universal, ou seja, uma língua comum para todos, e que ao mesmo tempo fosse simples e &#8220;neutra&#8221;. Simples para que as pessoas a aprendessem rapidamente; e &#8220;neutra&#8221; para que não favorecesse um determinado tipo de sociedade, respeitando assim, a diversidade cultural. Isso seria possível?</p>
<p>Na verdade, há quem diga que <span id="more-337"></span>num passado distante existiu uma língua universal. Essa idéia é dita por teóricos que defendem a hipótese da humanidade ter surgido na África, originando assim, uma única língua que se ramificou em línguas diferentes. Outros acham que a humanidade surgiu em diferentes lugares, o que ocasionou diferentes línguas.</p>
<p>O fato é que o tempo passou, diferentes povos falam diferentes línguas, e o problema perdura. Filósofos como Voltaire, Montesquieu, Descartes e Francis Bacon fizeram tentativas desastrosas na criação (ou abordagem) de uma língua universal. Uns diziam que ela teria que ser totalmente nova, e outros diziam que ela teria que ser derivada de outras línguas.</p>
<p>Uma tentativa &#8211; que obteve algum sucesso &#8211; foi o esperanto, língua criada pelo médico e lingüista judeu-polonês Dr. Lázaro Luís Zamenhof, em 1887. Estima-se que ela é falada por cerca de 3 milhões de pessoas.</p>
<p>O esperanto é considerado um idioma auxiliar de comunicação, pois seus falantes não têm a intenção de trocar sua língua materna por ela. Mas essa não é uma questão tão simples assim. Historicamente, sabemos que vários povos deixaram de falar suas línguas quando foram dominados por outros povos. É claro que não estamos falando aqui em dominação física, porém, o simples fato de termos que ‘abdicar&#8217; da nossa língua materna para falar um idioma estrangeiro como sinônimo de ‘ascensão profissional&#8217; já não é uma forma de domínio?</p>
<p>De qualquer forma, a questão está lançada. Seria possível criar uma língua universal nos dias de hoje sem afetar a diversidade cultural das outras línguas? Como a carreira de tradução estaria inserida nesse contexto?</p>
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		<item>
		<title>La gramática en el proceso de la traducción</title>
		<link>http://www.terminologia.com.br/2011/03/25/la-gramatica-en-el-proceso-de-la-traduccion/</link>
		<comments>http://www.terminologia.com.br/2011/03/25/la-gramatica-en-el-proceso-de-la-traduccion/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 09:49:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eloisa Cerdán</dc:creator>
				<category><![CDATA[Español]]></category>
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		<category><![CDATA[traducción]]></category>

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		<description><![CDATA[En lengua española usamos determinados adjetivos para nombrar algunos colores básicos: negro, azul, rojo, blanco, verde, amarillo. Sin embargo, cuando tenemos que nombrar un color distinto, nos valemos de sustantivos que nombran cosas que poseen ese color, como naranja, rosa, vino, crema, butano etc. Los nombres de color adjetivos concuerdan con los sustantivos que modifican:&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>En lengua española usamos determinados adjetivos para nombrar algunos colores básicos: <strong>negro, azul, rojo, blanco, verde, amarillo</strong>.</p>
<p>Sin embargo, cuando tenemos que nombrar un color distinto, nos valemos de sustantivos que nombran cosas que poseen ese color, como <strong>naranja, rosa, vino, crema, butano </strong>etc.</p>
<p>Los nombres de color adjetivos concuerdan con los sustantivos que modifican: pantalon<strong><em>es</em> </strong>verd<strong><em>es</em>,</strong> camis<strong><em>as</em></strong> naranj<strong><em>as</em>,</strong> corbat<strong><em>as</em></strong> azul<strong><em>es</em></strong>. Ahora, los nombres de color sustantivos son invariables: pared<strong><em>es</em></strong> salmón, blus<strong><em>as</em></strong> rosa.</p>
<p>En esos casos, lo que ocurre es que la preposición <strong>de</strong> de la expresión <strong>color de</strong>, implícita en el proceso, bloquea la concordancia. Cuando un grupo nominal contiene una preposición, ella funciona como un elemento de división dentro de ese grupo. Ejemplo: “mesas <strong>de</strong> madera” y no “<em>mesas de maderas</em>”. Decimos <strong><em>camisas salmón</em></strong>, por economía; es más fácil que decir: <em>camisas <strong>color de</strong> salmón</em>.<br />
Con los adjetivos derivados que nombran colores la situación es igual. Decimos: <strong>rayos infrarojos</strong>, porque <em>rojos</em> es adjetivo, pero <strong>rayos ultravioleta</strong>, porque <em>violeta</em> es sustantivo.<span id="more-81"></span></p>
<p>El proceso de bloqueo por preposición también ocurrió, desde hace mucho tiempo, con ciertos adjetivos como <em>alto, bajo, caro, barato</em>, que hoy pueden emplearse como adverbios en frases como: “Las comidas son vendidas <strong>barato</strong>”. “Ellos están hablando <strong>bajo</strong>”.</p>
<p>Antes, esas palabras hacían parte de expresiones como “<strong>en precio barato</strong>”, “<strong>en precio caro</strong>”, “<strong>de modo alto</strong>”, “<strong>de modo bajo</strong>”, como en la siguiente frase: “Las comidas son vendidas <strong>en precio barato</strong>”.</p>
<p>Por economía, esas expresiones se abreviaron, pero las preposiciones, incluso las desaparecidas, siguen ejerciendo su función de barrera. Hay algunas excepciones como la palabra<strong> lila</strong>, un sustantivo que nombraba una flor de origen persa, hoy en día se interpreta como adjetivo. Por eso que decimos: <strong>vestidos lilas</strong>. Ese proceso es lo que llamamos de <strong><a title="Gramaticalización" href="http://www.terminologia.com.br/?p=78" target="_blank">gramaticalización</a></strong>.</p>
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		<title>Absolutely vs. &#8220;absolutamente&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Feb 2011 04:22:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vagner Bandeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Tradução]]></category>
		<category><![CDATA[false cognates]]></category>
		<category><![CDATA[Vagner Bandeira]]></category>

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		<description><![CDATA[Both false friends and false cognates can result in unquestionable and unforgivable translation errors. A compiled list of such linguistic interferences may not always be handy if you do not command both source and target languages. An English native speaker, with a reasonable command of Portuguese, never hesitated to say &#8220;absolutely!&#8221; whenever he wanted to&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Both <a title="See definition for 'False Friend'" href="http://en.wikipedia.org/wiki/False_friend" target="_blank">false friends</a> and <a title="See definition for 'False Cognate'" href="http://en.wikipedia.org/wiki/False_cognate" target="_blank">false cognates</a> can result in unquestionable and unforgivable translation errors. A compiled list of such linguistic interferences may not always be handy if you do not command both source and target languages.</p>
<p>An English native speaker, with a reasonable command of Portuguese, never hesitated to say &#8220;absolutely!&#8221; whenever he wanted to emphatically express complete agreement with something.</p>
<p>During a visit to Brazil,  he loved it here, and decided to stay. Translation was his first attempt to make a living, but little did he know that it would take more than a reasonable command of Portuguese. Relying on his Portuguese speaking skills, he ventured to go for a job interview, in Portuguese, with a renowned, quality-demanding translator, whose first question was:</p>
<blockquote><p>- <em>&#8220;Você domina o português?&#8221;; </em>without hesitation, he answered:</p>
<p>- <em>&#8220;Absolutamente!&#8221;</em></p></blockquote>
<p>Poor him! That was the first and last question. The interviewing translator kindly responded :</p>
<blockquote><p>- <em>&#8220;I&#8217;m not giving you this job, and I&#8217;ll tell you why. Unlike the English &#8220;absolutely&#8221;, &#8220;<strong>absolutamente</strong>&#8221; has a <strong>negative meaning</strong>. You just told me -</em> <em>and proved &#8211; that you <strong>do not command Portuguese</strong>. </em></p></blockquote>
<p>If he had gone to Portugal, however, he might have taken the job. Portuguese spoken in Portugal accepts &#8220;<em>absolutamente</em>&#8221; in an affirmative context.</p>
<p>This taught him a lesson, and should teach us all. When translating &#8220;absolutely&#8221; into Brazilian Portuguese, use &#8220;claro que sim!&#8221;, &#8220;com certeza!&#8221;, &#8220;certamente!&#8221; or any other word that expresses what it <strong><em>really</em></strong> means. See definition of &#8220;absolutely&#8221; at <a title="Definition of 'Absolutely'" href="http://dictionary.reference.com/browse/absolutely" target="_blank"><em>Dictionary.com</em></a>.</p>
<p>I&#8217;m sure you know a number of &#8216;tricky words&#8217; in Portuguese in contrast with English, and vice-versa. Feel free to add your contributions to the <em>Comentários</em> section below.</p>
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		<title>Mais sobre metáfora com gramaticalização</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Jan 2011 11:04:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eloisa Cerdán</dc:creator>
				<category><![CDATA[Idiomas]]></category>
		<category><![CDATA[gramaticalização]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[metáfora]]></category>
		<category><![CDATA[semântica]]></category>
		<category><![CDATA[Tradução]]></category>

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		<description><![CDATA[A metáfora pode ser entendida como um processo de transferência semântica, em que usamos uma forma para representar um significado, estritamente relacionado com o significado a que, até então, a forma vinha sendo relacionada.Temos como exemplo: capa do livro, asa do avião, perna da mesa, pé do documento, as costas do livro e, se paramos&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A metáfora pode ser entendida como um processo de transferência semântica, em que usamos uma forma para representar um significado, estritamente relacionado com o significado a que, até então, a forma vinha sendo relacionada.Temos como exemplo: <em>capa </em>do livro, <em>asa</em> do avião, <em>perna</em> da mesa, <em>pé </em>do documento, as <em>costas</em> do livro e, se paramos para pensar, notamos um número considerável de novos termos, formados pelo processo de transferência metafórica.</p>
<p>Segundo esse conceito, a linguagem é essencialmente metafórica, no sentido de que quase nunca se criam novas formas, mas novos significados estão sendo continuamente criados para as formas já disponíveis na língua.</p>
<p>Frases como &#8220;matar o tempo&#8221;, &#8220;murmúrio do mar&#8221; e palavras <span id="more-115"></span>como &#8220;pé de pato&#8221; e &#8220;berço da civilização&#8221; representam casos de transferência semântica, pois, novos usos, mais abstratos, são associados aos originais de velhas formas.</p>
<p>Da mesma forma que surge a motivação na nomeação de novos objetos, essa motivação também pode ser perdida. Há muitos processos metafóricos que, com o tempo, perdem o vínculo com a sua natureza.<br />
Por exemplo, a expressão antiga era: &#8220;Tinha laranja <em>pra burro</em>&#8220;, ou seja, tinha tanta laranja que até sobrava para os burros. A expressão estava vinculada à idéia de alimentação. Atualmente se usa a mesma expressão, mas em contextos diferentes como: &#8220;Ele estudou <em>pra burro</em>&#8220;, &#8220;Estou cansado <em>pra burro</em>&#8220;. Podemos identificar que houve uma perda do vínculo de &#8220;excesso de alimento&#8221; e restou somente a idéia de &#8220;excesso&#8221;. Essa perda de motivação recebe o nome de <a title="Gramaticalização em espanhol" href="http://www.terminologia.com.br/?p=78">gramaticalização</a>.</p>
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		<title>Gramaticalização (Espanhol)</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 09:45:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eloisa Cerdán</dc:creator>
				<category><![CDATA[Español]]></category>
		<category><![CDATA[Eloisa Cerdán]]></category>
		<category><![CDATA[español]]></category>

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		<description><![CDATA[O surgimento de elementos gramaticais a partir da extensão do uso de itens lexicais diz respeito à gramaticalização. Podemos relacionar esse processo com o fenômeno de mudança lingüística dos Imperativos Gramaticalizados em espanhol. • ¡Anda! ¡Dímelo! (animar, convencer) • ¡Anda que&#8230;! Eres más bruto&#8230; (reprovação) • ¡Anda ya! (Incredulidade) • ¡Mira que gracia! ¡Ya se&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O surgimento de elementos gramaticais a partir da extensão do uso de itens lexicais diz respeito à gramaticalização. Podemos relacionar esse processo com o fenômeno de mudança lingüística dos Imperativos Gramaticalizados em espanhol.</p>
<p>•<em> ¡Anda! ¡Dímelo! (animar, convencer)<br />
• ¡Anda que&#8230;! Eres más bruto&#8230; (reprovação)<br />
• ¡Anda ya! (Incredulidade)<br />
• ¡Mira que gracia! ¡Ya se fue! (ironia, raiva)<br />
• ¡Mira que no habernos enterado! (lamentação)<br />
• ¡Vaya hombre! Por fin, ¿eh? (surpresa, ironia)<br />
• ¡Vaya calor que hace! (admiração)<span id="more-78"></span></em></p>
<p>Esses elementos correspondem à passagem do verbo conjugado no imperativo afirmativo a elemento lingüístico, caracterizado pela perda de significação de base semântica e aquisição de significação de base pragmática, relativa à organização interna dos argumentos no texto.<br />
Outro exemplo é a passagem do verbo pleno “ir”, como verbo de movimento, a verbo auxiliar, indicando futuro. Ex: Él va a cantar. “Voy a dormir”. O verbo “ir” funciona como um auxiliar que marca subseqüência e não locomoção, que é o seu sentido original, chamado, também de sentido fundante.</p>
<p>Nesse processo, uma mesma forma passa a servir a múltiplas funções, os usuários utilizam-se de velhos itens lexicais e de velhas construções já consolidadas na gramática, para dar conta de novos contextos pragmáticos e semânticos.</p>
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		<title>Aviso aos passageiros</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 10:44:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vagner Bandeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Português]]></category>
		<category><![CDATA[enquete]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Vagner Bandeira]]></category>

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		<description><![CDATA[Pense duas vezes antes de acreditar que &#8220;quem avisa amigo é&#8221;. Não há quem, ao adentrar um elevador, nunca tenha visto uma placa, sempre com o mesmo aviso: &#8220;AVISO AOS PASSAGEIROS Antes de entrar no elevador, verifique se o mesmo encontra-se parado neste andar. Lei n° 12.722/98&#8243; Certo dia, numa longa espera por um elevador&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pense duas vezes antes de acreditar que &#8220;quem avisa amigo é&#8221;. Não há quem, ao adentrar um elevador, nunca tenha visto uma placa, sempre com o mesmo aviso:</p>
<blockquote><p>&#8220;AVISO AOS PASSAGEIROS</p>
<p>Antes de entrar no elevador, verifique se o mesmo encontra-se parado neste andar.</p>
<p>Lei n° 12.722/98&#8243;</p></blockquote>
<p>Certo dia, numa longa espera por um elevador quebrado, trocava olhares com a tal da &#8220;plaquinha&#8221;. Ela olhava para mim, eu para ela, e foi nesse namoro que percebi o quanto esse AVISO é de um amigo da onça.</p>
<p>Redação de LEI vista todos os dias por milhares de pessoas que, de tanto &#8220;aviso&#8221;, se viciaram e hoje maltratam a nossa língua, mesmo inconscientemente. Justificar tal indignação? Simples:</p>
<ul>
<li><strong>Mesmo</strong> &#8211; Segundo nos ensina o mestre <a title="Clique para ver artigo sobre Napoleção Mendes de Almeida" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Napoleao_mendes_de_almeida" target="_blank">Napoleão Mendes de Almeida</a>, o demonstrativo <em>mesmo </em>não tem função de pronome. O correto seria usar o pronome pessoal <em>ele</em>. Prova de que isso virou um vício é quando você liga a alguém (que não está) e a pessoa do outro lado diz &#8220;O mesmo não se encontra, quer deixar recado?&#8221;. Se for homem, é ELE, se mulher, ELA e ponto.</li>
<li><strong>Encontra-se</strong> &#8211; Embora o <a title="Clique para ver artigo sobre Antônio Houaiss " href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antonio_Houaiss" target="_blank">Houaiss</a> apresente em sua 10<span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman';"><span style="text-decoration: underline;"><sup>a</sup></span></span> acepção, como verbo pronominal, o sentido de &#8220;estar em determinado lugar&#8230;&#8221;, não vamos abrir mão da clareza (mais que necessária a uma boa redação, principalmente de uma lei). Voltando à frase mencionada acima &#8220;o mesmo não se encontra&#8221;, não parece que tem uma coisa perdida e que não consegue se encontrar? Por que não dizer, simplesmente &#8220;ele(a) não <strong>está</strong>&#8220;?</li>
<li>Para finalizar o show de incompetência lingüística, usaram o <strong>sinal de grau (º)</strong> em vez do <strong>sinal de número ordinal (<span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman';"><span style="text-decoration: underline;"><sup>o</sup></span></span>) </strong>no número da lei. Esse erro é tão comum quanto ridículo. Na frase &#8220;Leve este envelope ao 2º andar&#8221;, lê-se &#8220;leve este envelope ao 2 graus andar&#8221;. Custa passar um traçinho sob a bolinha? Alguns culpam o computador por isso, mas mal sabem que há jeito para tudo. <a title="Como fazer o sinal de número ordinal" href="http://www.terminologia.com.br/forum/viewtopic.php?f=24&amp;t=59" target="_blank">Clique aqui</a> e veja como fazer o sinal corretamente no seu editor de texto.</li>
</ul>
<p>Quem avisa com esse tipo de aviso, amigo não é, quem compartilha os erros que ele contém, sim. Por isso compartilho estas informações com vocês, mas, ainda sobre o tal &#8220;AVISO&#8221;, deixo uma pergunta no ar:</p>
Note: There is a poll embedded within this post, please visit the site to participate in this post's poll.
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