Tradutor nativo

Quando um cliente exige que seu documento seja traduzido por um nativo, deve-se recorrer à FUNAI? Pergunta intrigante: o que é um tradutor nativo? Se não for índio, deve ser natural de algum lugar. De onde?

Uma das acepções de “nativo” é falante da língua pátria. Se o cliente informa que a língua de chegada é o inglês, fica mais fácil entender que ele exige que seu documento seja traduzido do português para o inglês, por tradutor cuja língua pátria seja o inglês.

Pergunta polêmica: não é vital e implícito que um tradutor Leia mais…

Tradução de “expediente” para o inglês

Uma das grandes dificuldades ao traduzir um termo corretamente é a polissemia e, nessa tarefa, os dicionários não nos ajudam muito, pois geralmente apresentam o termo e uma ou mais possibilidades de tradução descontextualizadas. Não que isso seja atribuição dos lexicógrafos, mas se houvesse contexto, certamente despenderíamos menos tempo com pesquisa.

A título de exemplo dessa afirmação, pesquisei o termo “expediente” em três dicionários, os quais apresentam as seguintes possibilidades de tradução para o inglês: office hours; business hours; hours of office. Leia mais…

O Ministério da Saúde adverte: ATACHAR mata

Pasmei ao ver que o Dicionário de informática Microsoft Press® apresenta “atachar” como possibilidade de tradução (para o português!?) do termo em inglês “attach”.

Puxa vida, cadê a analogia do ícone do clipe (alguns ainda dizem “clips”) usado nos gerenciadores de correio eletrônico? Por acaso alguém usa clipe para “atachar” papéis?

O pior é que já nem consigo dizer se isso é anglicismo, ou disparate de tradução. Seja o que for, com x ou ch, “atachar” é de morrer.

O problema não termina aí. Leia mais…